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O papel e a importância da comunicação para a promoção da saúde (Special registration)

Organização: Conferência lusofrancófona da saúde-COLUFRAS, Conselho Nacional dos Secretários de Saúde-CONASS.

Parceiros: COMSANTÉ (Universidade do Québec em Montréal-UQAM); Laboratório de Educação, Informação e Comunicação em Saúde da Faculdade de Ciências da Saúde e Núcleo de Estudos de Saúde Pública da Universidade de Brasília; Société Santé en Français (Canadá).

Na qualidade de responsáveis por um grupo de instituições coordenadas pela Conferência lusofrancófona da saúde (COLUFRAS), defendemos a realização de um seminário de trabalho que terá lugar em Curitiba, no contexto do congresso internacional da UIPES, de 22 maio de 2016. O seminário tem por objetivo, de um lado, facilitar o intercâmbio de experiências para a promoção e sustentação das intervenções de comunicação em saúde e, por outro, de definir conjuntamente as etapas visando a eventual elaboração de um projeto internacional lusofrancófono focado na promoção da saúde e da atenção primária à saúde e sua articulação com os cuidados hospitalares.
Contexto
Os estudos em Comunicação eram lugar ao desenvolvimento de uma área específica de pesquisa, a comunicação em saúde (Health Communication), definida como o estudo de estratégias de comunicações midiática, interpessoal, organizacional e intercultural visando a informar e a influenciar decisões individuais e coletivas propícias à melhoria das condições de saúde.
A comunicação em saúde pode declinar-se em vários eixos:
• COMUNICAÇÃO MIDIÁTICA visa a ressaltar as influências dos atores e as representações midiáticas da saúde sobre as normas e as maneiras de fazer para se estar em saúde. Ademais, sendo a INTERNET um campo em desenvolvimento, é pertinente destacar sua influência tanto no plano da organização dos cuidados de saúde, quanto dos profissionais e da população.
• COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL focaliza as práticas de intercâmbios entre quem trata e quem é tratado, a fim de maximizar a qualidade de vida destes últimos.
• COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL questiona, através dos processos de comunicação, as formas de constituição e de transformação das organizações e dos sistemas de saúde.
• COMUNICAÇÃO INTERCULTURAL enfoca os fatores culturais que 1) determinam em parte as representações e o sentido das mensagens, e 2) podem induzir discriminação no acesso aos serviços de saúde.
Assim, o grupo de instituições internacionais coordenado pela COLUFRAS desenvolve uma missão de operacionalização, formação e pesquisa interdisciplinar e de valorização dos conhecimentos no campo da comunicação em saúde. Ele interpela tanto os operadores (profissionais de saúde, conceituadores midiáticos (internet, televisão), quanto os pesquisadores. Entretanto, nem sempre os benefícios e os impactos estão à altura de nossas expectativas. A comunicação, em todos os os componentes, é complexa, como é igualmente complexa sua avaliação. Se há um interesse consensual sobre a importância da comunicação em saúde, dentre os profissionais de saúde, isso nem sempre acontece no que diz respeito à aplicação e a mensuração de práticas exemplares destinadas a promover e apoiar intervenções comunicacionais eficazes.
O seminário partirá de nossas preocupações comuns:
• Que formação oferecer aos profissionais?
• Como identificar e implementar as melhores práticas?
• Como compartilhar as maneiras de se avaliar as intervenções em comunicação?
Objetivos
Haverá então cinco objetivos a saber:
• Apresentar a situação em cada eixo.
• Compartilhar e intercambiar nossas ferramentas, nossa forma de fazer, nossa experiência e nossas expertises.
• Identificar eventuais temas de interesse comum para a pesquisa.
• Levantar pistas de trabalho e, eventualmente, as grandes linhas de um projeto internacional de intervenção em matéria de promoção da saúde e da atenção primária à saúde em alguns países francófonos e lusófonos das Américas, da África e da Europa.
A quem se destina esse seminário?
A todos que se sintam envolvidos com a comunicação em saúde, sejam promotores ou educadores para a saúde, médicos, enfermeiros, parteiras, outros profissionais da área da saude (psicólogos, assistentes sociais etc).
Programa e organização:
Primeira parte do seminário: um representante francófono, com um representante lusófono farão uma apresentação sobre o tema geral, examinando os seguintes aspectos (15 minutos para cada eixo):
• Descrição da situação
• Dificuldades encontradas e sucessos obtidos
• Implicações e desafios práticos ligados à formação e à pesquisa

Na segunda parte do seminário: será aberto o debate com os participantes, em função dos temas abordados nas apresentações , ou em função dos temas transversais.
A terceira parte do seminário: apresentação da síntese e levantamento das pistas de trabalho.
EMENTA
Conceitos e estratégias de comunicação para a promoção da saúde; os diferentes tipos de comunicação (midiática, interpessoal, organizacional e intercultural; aplicação e mensuração de práticas aplicáveis à comunicação em saúde.



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